Tendências tecnológicas para 2022

Após dois anos de pandemia é perceptível que a forma como consumimos mudou. Por isso, o Digital First será a o guia para 2022. Entenda esta e outras tendências.

Luzia Mendes
tendencias tecnológicas para 2022

É até difícil de acreditar, mas já se passaram dois anos da “Era COVID” e o isolamento social impulsionou as empresas para o digital. Tanto pelo trabalho remoto quanto pela necessidade de comprar sem sair de casa. O varejo mudou, e quando o varejo se transforma, toda cadeia que o suporta, também.

Tarefas do dia-a-dia, como mercado, farmácia, e até roupas e acessórios praticamente migraram do presencial para o remoto. Desde a busca e esclarecimentos, até a compra e a devolução. Tudo passou a acontecer com força no meio digital. Tanto para as grandes marcas, quanto para os pequenos varejistas. 

Contudo, independentemente do modelo de negócio ou área de atuação, a forma de consumir mudou. Se antes olhava-se pro digital com desconfiança, agora procura-se resolver a vida primeiro pelo celular.

Por isso, o “Digital First” será a principal tendência para 2022 e os próximos anos.

Veja as principais tendências tecnológicas para 2022.

Realidade Virtual e Realidade Aumentada

Uma tendência crescente antes mesmo do início da pandemia, a Realidade Virtual permite a imersão em ambientes virtuais como jogos, seminários virtuais e pontos turísticos. Pode ser feito por computador ou com equipamentos especiais como óculos e capacetes de imersão. As iniciativas mais conhecidas são usadas em jogos que simulam corridas, parques de diversão e aventuras onde o usuário assume o lugar do personagem principal e comanda suas ações.

Com o lançamento do Metaverso, o Facebook (agora Meta) propõe um novo conceito de interação humana e apresenta um universo totalmente compartilhado entre real e virtual. Iniciativas como o Mesh da Microsoft, também entram na briga por uma fatia desse novo mercado. É o mundo real se aproximando dos filmes futuristas de ficção científica.

Já a Realidade Aumentada se propõe incluir componentes que podem interagir no mundo real. As aplicações mais conhecidas são os filtros do Instagram onde a imagem captada pela câmera é alterada por animações que se adaptam e reagem aos movimentos do rosto. Outro exemplo é o jogo Pokémon Go, que mobilizou multidões a saírem às ruas para “capturar” Pokémons virtuais que apareciam na tela do celular de acordo com a geolocalização real do aparelho. Outros aplicativos como o Virtual Mirror, lançado pela Lancôme, e o app Warby Parker possibilitam ao usuário experimentar maquiagens e acessórios sem precisar ir a uma loja física.

Outro mercado que deve crescer nessa mistura de real e virtual, é o da educação, onde esse novo tipo de interação irá complementar os conteúdos de sala de aula.

Buscas por Voz

Os motivos principais são intuitivos: elas são fáceis e liberam as mãos. Em tempos de pandemia, tecnologias como Alexa impulsionaram a utilização de alto-falantes inteligentes como o Echo. Além disso, é cada vez mais comum a troca da busca por escrito pelas buscas por comandos de voz.

O reconhecimento de voz do Google tem um índice de precisão de 95% para buscas em inglês e tem um alcance de mais de 100 línguas. Nunca foi tão fácil e prático comprar comida, desligar a luz da sala ou traduzir sua música favorita. Um exemplo disso é observar que crianças em idade de pré-alfabetização, já aprenderam a buscar vídeos e informações dessa forma.

Portanto, a grande tendência para essa tecnologia é que empresas comecem a otimizar seus sites e conteúdos para direcionar um maior número de tráfego digital e consequentemente otimizar sua classificação de SEO.

Esportes Eletrônicos (eSports)

Com uma expectativa de crescimento de 20% até 2026 os eSports ganham cada vez mais visibilidade. A projeção é que o mercado fature mais de US$1,8 bilhão (aproximadamente R$ 9,5 bilhões) para 2022, o que evidencia o crescimento meteórico pelo qual o setor vem passando nos últimos anos e comprova que os videogames já deixaram de ser mera brincadeira. Tanto que já existe até uma Confederação Brasileira de eSports (CBES), que define os esportes eletrônicos da seguinte forma:

“São competições disputadas em games eletrônicos em que os jogadores atuam como atletas profissionais de esportes tradicionais e são assistidos por uma audiência presencial e/ou online, através de diversas plataformas de stream online ou TV”.

Uma grande diferença para os esportes tradicionais está nas plataformas de transmissão dos campeonatos. Ou seja, enquanto os tradicionais dependem dos canais de televisão, os eSports têm nas plataformas digitais de streaming – como Youtube e Twitch – seus principais canais de transmissão. O que mostra a importância da democratização do acesso ao entretenimento e a forte adesão a novas plataformas.

Pagamento Digital

Já a alguns anos, o dinheiro vem se tornando cada vez menos físico e mais digital. Até mesmo os cartões bancários estão cada vez mais obsoletos, com o uso de qr-code e pagamentos por aproximação de smartphones. Os serviços de pagamento digital também estão cada vez mais fáceis e acessíveis e nunca foi tão simples enviar e receber dinheiro pelo smartphone. E o melhor, de forma global.

PayPal, QR Code, aproximação, Open Banking, Pix, e pagamentos por rede social ainda são formas relativamente novas de transferir com dinheiro. Porém já se apresentam como um caminho sem volta para as transações financeiras.

Microvídeos

Durante o primeiro trimestre de 2020, o aplicativo TikTok teve 315 milhões de downloads. Nunca na história outro aplicativo teve esta adesão em tão curto tempo. Estima-se que o aplicativo de vídeos curtos tenha se tornado a terceira maior rede social do mundo, com um público mensal de aproximadamente 1 bilhão de usuários. A concorrência não perdeu tempo e em 2020 o Google lançou o Youtube Shorts para tentar consolidar sua audiência de 2 bilhões de usuários/mês.

As marcas que tirarem proveito de um número tão elevado de espectadores em um formato preferido pelos algoritmos, se beneficiarão em 2022.

Mesmo empresas que optem por não aderir a estas tendências moderninhas precisam estar atentas à importância que os sistemas online ganharam nos últimos dois anos. Especialmente em termos de volume de acesso.

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